Motivação Pessoal

Ter metas é importante para manter-se motivado!

De tão comum no mundo contemporâneo, a palavra motivação às vezes passa de forma despercebida. Seja no ambiente corporativo ou pessoal, ela nos remete a uma ação que nos leva a sempre buscar novos desafios, superar barreiras, ou seja, sair da inércia para alcançar metas. Ter um objetivo a ser alcançado é sempre importante para manter-se motivado. Mas, e você? Sabe como se manter motivado?


Algumas pessoas têm inteligência emocional suficiente para se manterem automotivadas o tempo todo. Mas isso não é regra. No geral, precisamos de alguém que, por meio de processos cientificamente comprovados, consiga trabalhar em cada pessoa o autocontrole, foco, planejamento e bons relacionamentos. É o que o coaching propõe.

O profissional que atua com coaching exerce a função de um verdadeiro estimulador externo que desperta o potencial interno das pessoas. Para isso, usa uma combinação de flexibilidade, insight, perseverança, estratégias e ferramentas pautadas em uma metodologia de eficácia comprovada em seu coachee (cliente). Por meio da motivação pessoal, leva o assessorado a alcançar seus objetivos.

No livro Alice no País das Maravilhas, em uma das passagens em que a protagonista se encontra perdida e pergunta ao gato Cheshire qual o caminho ela deveria seguir, o bicho responde: "Se você não sabe para onde quer ir, então qualquer caminho serve". Estar motivado pessoalmente é saber exatamente onde se quer chegar, por mais que ainda não se conheça o caminho exato.


Há algumas teorias que tentam explicar a motivação humana. A mais famosa delas foi desenvolvida pelo psicólogo comportamental norte-americano Abraham Maslow. Ele ficou conhecido pelo desenvolvimento da Teoria da Motivação Humana, ao sugerir que muito do comportamento do ser humano pode ser explicado pelas suas necessidades e pelos seus desejos. Ou seja, as necessidades se constituem em fontes de motivação.

A Hierarquia de Necessidades de Maslow, também conhecida como Pirâmide de Maslow, ficou amplamente difundida pelo conjunto de cinco necessidades do ser humano, nesta ordem: fisiológicas (básicas), de segurança, sociais ou de amor, de estima e de autorrealização. Com base nisso, nossas necessidades fisiológicas de alimento, por exemplo, deveriam ser cumpridas antes de sentirmos a necessidade de relações sociais.

Embora essa teoria ainda seja uma base importante, ela já foi revisada. O psicólogo Clayton Alderfer, por exemplo, desenvolveu um novo modelo para explicar a natureza simultânea das cinco necessidades de Maslow. Em sua teoria, ele comprimiu a Hierarquia de Necessidades Humanas de Maslow de cinco para três, classificando-as em existência, parentesco e crescimento.


Mais do que isso, Alderfer afirma que, mesmo que a existência das necessidades geralmente tenha uma prioridade maior do que as de relacionamento e de crescimento, elas podem mudar, dependendo da pessoa e da situação.

Independentemente da teoria aplicada (a de Maslow ou a revisada, de Alderfer), durante os processos de coaching, o cliente só avança rumo a sua meta quando tem estas necessidades atendidas. “Seja qual for a sua meta, ela está hierarquicamente posicionada, após as suas necessidades humanas”, explica o Sulivan França, presidente da SLAC Coaching - Sociedade Latino Americana de Coaching.